Hoje (03.03) em suas redes
sociais, o Presidente Bolsonaro nos lembrou que Queiroga, desde o mês passado,
pretendia rebaixar o status da pandemonia agora em março:
“Em virtude da melhora do cenário
epidemiológico e de acordo com o § 2° do Art. 1° da Lei 13.979/2020, o Ministro
da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda rebaixar para ENDEMIA a atual
situação da C0VID-l9 no Brasil.”
Em nota, o Ministério da Saúde
confirmou que está adotando as medidas necessárias para reclassificar o status
da doença no Brasil: “O Ministério da Saúde avalia a medida, em conjunto com
outros ministérios e órgãos competentes, levando em conta o cenário
epidemiológico e o comportamento do vírus no país”, declarou o órgão. (Agência
Brasil)
Alguns países já seguiram por
esse caminho, como Reino Unido, Suécia e Dinamarca, que abandonaram quase todas
as restrições pandêmicas, enfatizando que devemos “aprender a conviver” com o
vírus e fazer a transição da doença para uma endemia. Países que estão flexibilizando
regras: a Holanda, Áustria, Finlândia, Bélgica, Grécia, França e Espanha.
Caso seja rebaixado o status, as
medidas de combate à doença mudarão, bem como as vacinas e remédios (que
tiveram aprovação para uso emergencial), podem perder autorização, e ações como
o uso obrigatório de máscaras e apresentação de passaporte vacinal, devem ser
dispensadas. Como tudo relacionado ao C0vid, o impacto dessa estratégia ainda é
incerto.
Entenda a diferença (Butantã):
·
Endemia - ocorre quando a doença é
recorrente em uma região, mas não há aumento significativo no número de casos,
e a população convive com a enfermidade.
·
Pandemia – se dá quando o agente
infeccioso se dissemina em vários países e continentes, afetando grande número
de pessoas.
O site Our World in Data, portal vinculado à
Universidade de Oxford, registra diariamente contaminações por C0vid-l9, e há
consistência na queda dos casos no mundo inteiro.
Nosso Mundo em Dados (ourworldindata.org)
Apesar de os impactos do carnaval ainda serem desconhecidos, os números da pandemonia nas próximas semanas serão importantes para se entender o panorama dessa doença no Brasil daqui pra frente, e futura atuação do Governo Federal.
(03.03.2022)

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