Ontem, dia 21.02, o Ministro
Paulo Guedes foi ao ‘Direto ao Ponto’ de Augusto Nunes e falou sobre a sua Economia.
Então vamos comentar sobre a responsabilidade e inteligência econômica dele, o
Posto Ipiranga do Presidente.
Branca Nunes (Revista Oeste) fez
a primeira pergunta:
“A economia não ia tão bem, os
gastos na påndemiä foram enormes, e o país não quebrou. Por que? de onde
veio esse dinheiro que teoricamente não existia?” [Você já se fez essas
perguntas? Quantas dezenas de anos vamos levar para pagarmos tudo o que foi
gasto com a pandemia?]
Paulo Guedes disse que eles tinham
um Modelo de Equilíbrio Geral, sabiam o que teriam que fazer em cada
dimensão, “só que quem dá o ‘time’ da economia é a política, por
exemplo, quando chegamos a Brasília o primeiro componente de despesa era,
justamente, o crescimento descontrolado da Previdência, removemos os
privilégios”.
Enquanto na França faziam
passeatas para manterem o modelo da Previdência, o Brasil se manifestava em
favor da Reforma e do governo - previdência sim, privilégios não!
Era preciso afastar o Brasil do abismo
fiscal do crescimento descontrolado da Previdência, fazer Reforma Administrativa,
e um Pacto Federativo [PEC dos Fundos, PEC Emergencial e PEC Plena do Pacto
(menos Brasília, mais Brasil)], descentralizando, assim, recursos da saúde,
educação e saneamento.
“Ora, o tempo inteiro nós
estávamos produzindo esses recursos, desestatizando R$240 bilhões em 2 anos,
vendendo estatais subsidiárias, ao mesmo tempo desalavancamos os bancos
públicos - o BNDES, a Caixa, e a dívida das pedaladas fiscais [do PT]
estavam sendo pagas ao Tesouro. Não esperamos, fizemos como se faz no setor
privado: venda uns ativos, pague sua dívida com os bancos, se reequilibre
financeiramente.”
Foram desestatizados R$240 bi, desalavancados
R$260 bi de bancos públicos, somou-se ainda o dinheiro que o Brasil deixou de
gastar com a Previdência. Estes são três exemplos citados pelo Ministro.
Durante a pandemia foi
compromisso do Governo - não faltar dinheiro para a Saúde e não hipotecar as
futuras gerações com estes gastos. Assim, o Governo Bolsonaro conseguiu enviar
R$150 bi para Estados e Municípios cuidarem da população na påndemiä.
“Seria mais justo fazerem uma CPI
para investigarem o que foi feito com esse dinheiro [destinado aos Estados e
Municípios], ao invés de atacarem o governo que forneceu os recursos,” declarou.
“Assim, pela primeira vez em oito
anos, tivemos um superávit consolidado, pois foi trabalhado, o tempo todo, em
todas as dimensões econômicas para produzir esses recursos de forma que, nessa
geração, se pagasse pela guerra da påndemiä” [sem transferir para os anos
vindouros].
Respondendo à nossa pergunta
inicial - O Posto Ipiranga de Bolsonaro fez milagres? Não, ele fez o seu
trabalho, com honestidade e competência – o homem certo no lugar certo.
Concorda?
(22.02.2022)

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