A estreia do ‘terrivelmente cristão’, Ministro André Mendonça.
O Ministro Fachin, determinou
em junho de 2020 que, durante a pandemia, operações policiais no Estado do Rios
de Janeiro só deveriam ocorrer em “hipóteses absolutamente excepcionais”, e com
aval do MP-RJ, a decisão foi aclamada pelo Pleno.
A tese do relator é que o problema da alta criminalidade nos morros do Rio (exatamente onde se concentram os líderes do narcotráfico e do crime organizado) é causada pela polícia e não pelos marginais.
Foi na “ADPF das Favelas”
a estreia do Ministro:
“Se a atuação do Estado atualmente é deficiente nessas localidades, não é impedindo ou restringindo o agir das forças de segurança que se solucionará o problema, pelo contrário. Onde não há estado, há crime organizado. É preciso estimular a inserção das forças públicas nesses espaços a partir de diretrizes que orientem sem inviabilizar a elaboração de planos"..., em outro trecho disse, “A matéria já foi tratada pelas leis estaduais”.
Em entrevista à Jovem Pan,
quinta-feira, 03.02, no programa Jornal da Manhã, o ex-ministro Marco Aurélio
de Mello falou:
“A chegada de André Mendonça foi muito bem-vinda e a escolha, a meu ver, foi perfeita do Presidente da República, já que o André tem uma experiência enorme”.
Em princípio a “ADPF das favelas”
deveria existir enquanto durasse a pandemia, entretanto o que se nota, a cada
sessão do STF, é a valorização dos criminosos, em detrimento das forças
policiais e a perpetuação da dita ADPF.


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